terça-feira, 4 de outubro de 2011

O líder sustentável: escassez de recursos modifica os negócios.

A sustentabilidade vai muito além de reciclagem de lixo e economia de papel. A visão de sustentabilidade começa nas decisões de estratégia.

Confira a entrevista com Ricardo Voltolini - jornalista e consultor em sustentabilidade.
Para os interessados em segui-lo no twitter: @ricvoltolini.




segunda-feira, 2 de maio de 2011

Esbarrei-me com esse vídeo no youtube e o achei muito interessante. Então, resolvi postar!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Brasil é o 56º colocado em ranking de Tecnologia da Informação

Brasil é o 56º colocado em ranking de Tecnologia da Informação

Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br

13/04/2011 - O Brasil subiu cinco colocações no Relatório Global de Tecnologia da Informação, divulgado hoje pelo Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). O país ocupa agora a 56ª colocação no estudo, que analisa o impacto da Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) no desenvolvimento de 138 países.

Entre os países da América Latina e do Caribe, o Brasil ficou atrás de Barbados (38º), Chile (39º), Porto Rico (43º), Uruguai (45º) e Costa Rica (46º). Por outro lado, o país está à frente do México (78º) e Peru (89º) e Argentina (96º). A Suécia continua na liderança do ranking, seguida por Cingapura, Finlândia, Suíça e Estados Unidos.

Segundo Thierry Geiger, economista sênior do Fórum Econômico Mundial, a melhora pontual do Brasil é fruto de investimentos realizados nos últimos anos pelo governo brasileiro em TIC. “Esse cenário se reverte, por exemplo, no uso da TIC para oferecer serviços mais eficientes aos cidadãos”, diz Geiger.

Outro fator positivo apontado pelo economista são as inovações tecnológicas que vêm crescendo no ambiente empresarial brasileiro, impulsionando a criação de novos modelos de negócio digitais e também a adoção das TICs pela população.

Apesar do avanço, Geiger ressalta velhos problemas que impedem o Brasil de apresentar melhores resultados. Entre esses fatores estão o alto preço dos produtos de TICs, a burocracia e um sistema educacional falho, que não capacita grande parte da população para o uso da tecnologia.


Moacir Drska – Valor

Fonte: Valor on line

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A Formação Profissional no século XXI: desafios e dilemas


"Os dilemas dos educadores do século XXI parecem estar resumidos em três questionamentos: O que ensinar? Como ensinar? Para que ensinar? Dertouzos alerta que a educação é muito mais que a transferência de conhecimentos de professores para alunos. Acender a “chama da vontade de aprender no coração dos estudantes, dar o exemplo e criar vínculos entre professores e alunos” são fatores essenciais para o sucesso do aprendizado. E este é um papel que a tecnologia não poderá cumprir.
Em "A cabeça bem-feita", Morin defende que o ensino educativo deve buscar não a mera transmissão do saber acumulado, mas uma cultura que possibilite a compreensão da condição humana e nos ajude a viver, e que favoreça um modo de pensar aberto e livre. A educação, para o autor, deve propiciar a compreensão do contexto, o todo em relação às partes , as partes em relação ao todo.
Para ele, o excesso de especialização do saber leva ao enfraquecimento da responsabilidade e da solidariedade.
Cada um faz a sua parte, e não há consciência da co-responsabilidade pelo todo. Ensinar não é distribuir certezas, mas instigar dúvidas; não é inculcar a aceitação passiva do estabelecido, mas instrumentalizar para a contestação; não é formar iguais, mas diferentes, unidos pelo respeito e aceitação das próprias diversidades. A educação “pode ajudar a nos tornarmos melhores, se não mais felizes, e nos ensinar a assumir a parte prosaica e viver a parte poética de nossas vidas”.
O papel mais importante do bibliotecário no século XXI parece ainda ser o de gerenciador da informação. A importância dessa tarefa pode ser assim colocada: o grande problema desse século é a superabundância de informação. Então, se não possuirmos sistemas e estratégias adequadas de acesso à informação ou estivermos despreparados para acessá-las, de que servirá tanta informação? Do que servirá a tecnologia, se a maioria das pessoas não saberá utilizá-la ou não terá acesso a elas? Os computadores e os sistemas inteligentes de processamento de dados podem até assumir parte dessa tarefa. No entanto, a organização e a manipulação de toda essa informação requer instruções, e aqui é que o bibliotecário poderá contribuir. Tal tarefa influenciará diretamente a vida de todas as pessoas e irá requerer competências de cunho educativo, intelectual, social e tecnológico."
Edna Lúcia da Silva - Doutora em Ciência da Informação – UFRJ-Eco/CNPQ-Ibict

Referências Bibliográficas:
DERTOUZOS, Michael. O que será: como a informação transformará nossas vidas. São Paulo : Companhia das Letras, 2000.
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: reformar a reforma, reforçar o pensamento. Rio de Janeiro : Bertrand Brasil, 2000.